quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Paraty, Rio de Janeiro


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Você já deve ter ouvido que Paraty é romântica, bucólica, colonial, com seus casarões super bem conservados, parecida com Búzios e suas ruas de pedras, que o carnaval é animado, que as praias são paradisíacas. Porém, esqueça tudo isso: o que ninguém te falou ainda é que Paraty é fervilhante. E, se você é jovem, isso vai te interessar e muito!

Mas o que fazer em Paraty?

De dia, faça o free walking tour, saindo da Igreja Matriz todos os dias, às 10h, com exceção das quartas-feiras, vá à praia, escolhe um passeio de barco que te agrade ($), vá à Trindade e sofra com o zig zag da estrada, faça trilhas para conhecer as praias mais afastadas, mas guarde energia para a vida noturna.

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No verão e feriados, a cidade lota, ou melhor, fervilha de gente para todos os cantos das ruelas de pedras. São turistas de todos os lugares buscando encontrar uma paz e um sossego que nessa época é difícil de achar. Eles estão, em sua maioria, atrás dos restaurantes estrelados, de visitar as centenas de lojinhas do centro histórico, comprar souvenirs, tirar fotos, comer um doce caprichado nos carrinhos característicos de Paraty , experimentar as famosas cachaças da região e, depois disso tudo, vão embora para suas hospedagens, e é aí que Paraty ganha novo astral e novas cores. É a Paraty que não te contam, você não lê, não ouve falar e não procura quando está lá!

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Sem dúvidas, Paraty se transforma à noite. A iluminação à meia-luz dos casarões dá outro charme à cidade. É uma outra Paraty. A Paraty das mesas postas nas calçadas, com seus sons ambientes regados a muita MPB e bossa-nova, das tribos indígenas tentando ganhar um troco, do famoso bar Sarau e sua música ao vivo, que se espalha por toda a praça da Matriz, mas também é a Paraty do pop rock, da festa e da diversão. Como? Apareça no Paraty 33 – garantia de noite animada – lá por volta da meia-noite e dance até de manhã. Isso depois de tentar um lugar para comer em algumas das dezenas de bares e restaurantes da cidade (alguns só com reserva antecipada!).

Mas voltando à nossa balada, não deixe de conferir a agenda musical do lugar (www.paraty33.com.br). Os músicos são animadíssimos e os frequentadores também. Ele funciona fins de semana, vésperas e feriados e durante as férias de verão e inverno. Ou seja, não tem desculpa de que foi nessas épocas e não estava funcionando.



Paraty consegue surpreender tanto no quesito animação, por mais que até agora você ainda não acredite. É fácil, fácil estar passeando pelas ruelas e esbarrar num bloco de carnaval fora de época! Então, curta Paraty, não aquela bucólica, ok?

Tá viajando sozinho e entristeceu porque não quer curtir balada sem amigos? A sugestão é: bebendo ou não, faça o passeio de barco chamado caipboat . Não perca! São barcos que fazem passeios à base de muita caipirinha e animação. É divertido, é engraçado, é integrador e você tem grandes chances de fazer aquela colegagem para o fervo à noite. Mas seja sociável, hein? Ajuda aí!

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Piscinas Travertinas na Turquia

 

Pamukkale, Turquia


pamukkale

Pronto! Esse é o motivo de porque você deve incluir a pequena cidade de Pamukkale no seu roteiro pela Turquia: as piscinas travertinas, uma obra de arte da natureza considerada Patrimônio da Humanidade. Mas corra porque a cada ano elas estão secando e o acesso ao banho cada vez mais proibido.

Mas, afinal, o que são essas piscinas travertinas?

 

São uma série de cascatas (ou degraus) solidificadas, formada pela ação do tempo onde o cálcio existente na região, em contato com a água mineral quente das nascentes, se petrifica. Essa água perde o dióxido de carbono e só resta o calcário, que dá cor às piscinas. O cálcio petrificado passa a impressão de neve ou algodão. Daí o nome de Pamukkale, que em turco significa “Castelo de Algodão“. Para adentrar o Parque Natural de Pamukkale e apreciar o espetáculo, é necessário pagar uma taxa no valor de 35 liras turcas (TL).
É terminantemente proibido usar sapatos ou tomar banho de roupas nas travertinas (parece que a tinta têm escurecido o branco da montanha). Seria uma forma de preservar esse patrimônio.

Antique Pool – a piscina da Cleópatra

 

pamukkale
Antique Pool e as colunas do Templo de Apolo

Há quem diga que as piscinas, principalmente o calcário, têm poderes medicinais e rejuvenecedores, assim como as águas termais da Antique Pool, conhecida como Piscina da Cleópatra (sem comprovação histórica), e que também faz parte do Complexo de Pamukkale. Muitos dizem que a beleza e jovialidade da rainha do Egito viriam dessas águas. É preciso pagar 32TL para nadar na estância termal. Você pode deixar seus pertencentes em lockers mediante caução.
No fundo da Antique Pool, estão depositadas colunas do Templo de Apolo, que não resistiram à ação de terremotos.
O Complexo é muito bem estruturado para os turistas passarem o dia, com bar, restaurante, loja de souvenirs, banheiros, vestiários e serviços de spa.
Aqui, vale dizer que não há a necessidade de pernoitar em Pamukkale, se você não quiser. Pode-se chegar de manhã cedinho de ônibus (mais longo) ou avião (mais caro), guardar as malas na agência de viagem que vender sua passagem de ônibus para o próximo destino, curtir o complexo e ir embora no fim do dia. Pode ser cansativo, mas é um forma de otimizar seu tempo de viagem. Se você vier de avião, há a opção de reservar um transfer compartilhado da Bay-Tur (ismailbaytur.com/), que te leva do aeroporto de Denizli até a cidadezinha de Pamukkale, ou solicitar ao seu hotel.

A Cidade de Hierápolis

 

pamukkale

Só não esqueça que ainda temos as ruínas da cidade de Hierápolis para visitar antes de ir embora. Justamente pelo Parque Natural de Pamukkale ser tão agradável, os romanos decidiram erguer ali uma cidade cosmopolita e que possuía réplicas de Roma, como o Teatro Romano, muito bem preservado. As ruínas de Hierápolis se estendem por quilômetros ao redor do complexo. Por isso, vá com tempo para conhecê-la.
Uma dica: use protetor solar sempre. O calcário branco reflete o sol muito mais intensamente e conhecer Hierápolis requer uma boa caminhada debaixo do sol.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Aquário Natural de Bonito

 

Passeio de Flutuação no Aquário Natural de Bonito


Conhecido por sua transparência incrível, a flutuação pelo Aquário Natural de Bonito faz o turista observar impressionantes detalhes coloridos na natureza como peixes, plantas e cenários submersos naturais.
Imagine flutuar em um aquário a céu aberto com águas cristalinas. É essa a sensação que temos ao realizar a experiência de flutuação no Aquário Natural de Bonito, no Mato Grosso do Sul, um cenário estonteante desenhado pela própria natureza onde é possível observar rochas, vegetação abundante e muitos peixes coloridos. Situado na Reserva Ecológica Baía Bonita, a apenas 7 quilômetros da cidade de Bonito, este lindo atrativo natural garante uma experiência única de ecoturismo com toda infraestrutura, segurança, respeito à natureza e momentos inesquecíveis. 

As belezas do Aquário Natural de Bonito

 

Antes do passeio pelo Aquário Natural de Bonito, é realizado um treinamento em uma piscina para que o visitante aprenda a utilizar a máscara e o snorkel, além de uma aula para aprender a flutuar sem tocar no substrato do rio e nas plantas.
Após um percurso de caminhada de vinte e cinco minutos até a nascente do Rio Baía Bonita, o turista inicia uma flutuação em uma das águas mais cristalinas do mundo e observando impressionantes detalhes coloridos da natureza.
O percurso da flutuação pelo Aquário Natural de Bonito, de aproximadamente 900 metros, é realizado nos rios Formoso e Formosinho, todo acompanhado por um barco de apoio, garantindo a segurança dos visitantes – quem não quiser ir nadando pode conferir a paisagem a bordo. Além disso, há um guia para orientar o grupo pelos caminhos que deve flutuar, tirar dúvidas e indicar os melhores locais para observação. No Rio Formoso, ainda, há uma parada para se divertir em uma tirolesa.
Os cardumes recebem os visitantes como parte de seu ambiente e acompanham os grupos pelas águas cristalinas, que variam para tons de azul.  A sensação é de se estar flutuando em um imenso aquário, onde a flora e fauna desviam a atenção a todo instante. Para os amantes da natureza, esse é um momento para se sentir totalmente integrado.
Além de peixes, plantas e cenários submersos naturais, o visitante que realiza passeio pelo Aquário Natural de Bonito ainda faz uma trilha pela mata ciliar, conhecendo melhor a flora da região. Não é preciso sorte para observar alguns animais silvestres como emas, jacarés, cervos-do-pantanal, lobos-guarás, sucuris e outros.
O percurso total é realizado em aproximadamente três horas e, ao final do passeio, há a opção de um almoço da fazenda em um restaurante e um espaço para descanso.

Foto: Divulgação Agência Sucuri
Foto: Divulgação Agência Sucuri

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Cabo Frio, Rio de Janeiro


Cabo Frio, natureza impecável e infraestrutura de respeito 


Se está programando a viagem de fim de ano, fique de olho nessa deliciosa cidade que fica a 160 km da capital do Rio de Janeiro. A seguir daremos algumas dicas de o que fazer em Cabo Frio para aproveitar o verão.
Famosa por suas águas cristalinas e dunas de areia branca, Cabo Frio é um convite para quem quer passar as festas de final de ano pulando as 7 ondas. A cidade, junto com Búzios e Arraial do Cabo, encabeçam os maiores municípios da Região dos Lagos.

O que fazer em Cabo Frio no verão

A cidade fica cheia, mas seus atrativos deixam todos os visitantes felizes e com aquele gosto de quero mais.
A oferta de hospedagens na cidade é grande e o comércio é bastante desenvolvido, o que ajuda nos períodos movimentados. Inclusive, ao passar pela cidade, um dos passeios obrigatórios é conhecer a famosa Rua dos Biquínis. Um shopping a céu aberto que vende moda praia. A enorme quantidade de trajes de banho ofertadas deixa qualquer um doido pelas novidades.
As temperaturas no verão são elevadas, ficando acima dos 30°C nos períodos mais quentes. Mas, as águas do mar estão geladas o ano todo, o que pode ser bastante refrescante no verão.

As praias de Cabo Frio

A principal praia da cidade e também a mais famosa delas, é a Praia do Forte. Por lá, os visitantes encontram, além de belezas naturais, quiosques e barraquinhas. A areia é bem branquinha e o mar é lindo. Mas lembre-se que ele costuma ser mais gelado. São 7,5 km de costa, que ficam ocupados em totalidade no período do verão. É, definitivamente o local do fervo, e onde acontece a festa de fim de ano.

o que fazer em Cabo FrioPraia do Forte

Pontal do Peró é a praia do coração dos surfistas possui 7 km de águas ótimas para curtir as ondas. O local tem quiosques para atender aos visitantes. O mar é mais agitado e a praia bastante popular. Um segredo para fugir do movimento é caminhar para o canto esquerdo de Peró, por lá, vai encontrar largas faixas de areia rodeada por dunas.

o que fazer em Cabo FrioPraia do Peró

As famílias e os apaixonados por esportes náuticos, curtem a Praia das Conchas. Por lá há mar calmo e é possível acompanhar os pescadores de arremesso trabalhando, o que é bem raiz. Na alta temporada tem quiosques, aluguel de caiaques e de cavalos! Essa praia fica a 7 km do centro da cidade e é separada de Peró, que falamos acima, por um morrete.

o que fazer em Cabo FrioPraia das Conchas

Quem tem desprendimento e curte algo bem natural, como o nudismo, precisa conhecer a Praia Brava. Areias fofas e boas ondas é o que se espera do local protegido por escarpas. O charme da costa é que é preciso fazer uma trilha para acessar o paraíso, portanto, ela é mais tranquila para quem busca um oásis no verão.
A próxima dica é para os esportistas da água. A Praia das Dunas tem um mar danado e por isso, não é a melhor opção para banhistas. Em compensação, para a turma do surf, windsurf, kitesurf e vela, o local é mais que ideal. A praia tem quiosques, mas eles estão presentes apenas aonde não há preservação ambiental. Uma dica para ter uma viagem mais tranquila é não andar sozinho pelas Dunas, pois há risco de furtos, ok?
Se quer um paraíso para chamar de seu, recomendamos a Ilha do Japonês. Esse é o local perfeito para quem busca tranquilidade do agito da cidade. A ilha é um pedaço de floresta dentro do canal do Itajuru. Suas águas são calmas e cristalinas, por isso, a dica é ir com crianças para que elas aproveitem ao máximo a diversão na água. Outra dica, é acompanhar o pôr do sol do local, garantimos que ele vai ficar gravado na memória.

o que fazer em Cabo FrioIlha do Japonês

A Praia do Foguete é cenário de campeonato de surf. As águas são geladas, ela tem bastante profundidade e as correntezas fortes pedem cautela. De verdade, não é uma boa opção para banho de mar. A praia é mais tranquila, justamente por suas características, mas oferece quiosques, bares e restaurantes em suas calçadas. A 4 km do centro, é uma ótima opção para fazer uma refeição com uma vista de respeito.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Parque Nacional de Ibitipoca em Minas Gerais


Ibitipoca em MG


O Parque Nacional de Ibitipoca está localizado a 305 km de Belo Horizonte, 260 km do Rio de Janeiro e 486 km de São Paulo no distrito de Conceição do Ibitipoca, em Lima Duarte (Minas Gerais). O Parque recebe milhares de turistas que desejam desfrutar ao máximo as belezas naturais da região, repleta de grutas, cachoeiras e lagos ótimos para banho.
O parque abre de terça-feira a domingo (abre também nos feriados de segunda e terça, fechando no dia seguinte) – há limite de 800 pessoas por dia em finais de semana e feriados (quando é bom chegar perto das 7h) e de 300 pessoas, de terça-feira a sexta-feira.

Cachoeira do Macaco. Foto: Ronie Peterson
Lago das Miragens Foto: Anderson Zuin Salustiano
Pôr do Sol no Parque Nacional de Ibitipoca. Foto: Humberto Pimentel
Janela do Céu. Foto: João Moreira
Conceição de Ibitipoca. Foto: Marcelo Salgado
Mirante Parque Nacional Ibitipoca. Foto: via Flickr
Trilha para Janela do Céu. Foto: Alexandre Kozoubsky
Caverna Fugitivos. Foto: Leonidas Verneque Guedes
Águas amarronzadas e transparentes de Ibitipoca. Foto: Frederico Miranda
Cachoeirinha. Foto: Bianca Ribeiro

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Santiago, dicas para quem está programando sua primeira visita



Museus, neve e muito vinho te esperam no Chile


Planejando conhecer o Chile e não sabe o que incluir no roteiro? A capital Santiago é uma metrópole cosmopolita e multifacetada, e certamente irá atender além de suas expectativas.

Com a alta do dólar, destinos na América do Sul mostram-se cada vez mais atrativos para os turistas brasileiros que desejam viajar para o exterior.

O Chile é destino certo para quem procura um roteiro diversificado e Santiago é a porta de entrada para esse país fascinante.


Crédito: DivulgaçãoA capital chilena Santiago tem como pano de fundo a imponente Cordilheira dos Andes

Recentemente a revista “National Geographic” classificou a capital chilena em 12º lugar entre 21 destinos não tradicionais para visitar. De acordo com a publicação, seus atrativos centros de esqui, somados a bairros charmosos e arte de rua, fazem de Santiago uma visita obrigatória em 2018.

E o Chile foi eleito o destino número 1 no “Best In Travel 2018”, do guia de viagem “Lonely Planet”.

Além da própria cidade, cheia de atrações, seus arredores são repletos de destinos interessantes, todos muito próximos, como vinícolas premiadas e estações de esqui.

Confira abaixo uma lista de atrações imperdíveis pela cidade e seus arredores:

Sky Costanera



Crédito: DivulgaçãoA 300 metros de altura, Sky Costanera oferece uma vista de 360° de Santiago

Contemple a vista completa da cidade no mais alto mirante da América Latina, a 300 metros de altura. A entrada da atração é pelo shopping Costanera Center.

O mirante encontra-se no 61º andar do edifício. A melhor experiência é num fim de tarde de dia claro, quando o sol poente ilumina a Cordilheira do Andes.

La Chascona


Crédito: Divulgação La Chascona fica aos pés do Cerro San Cristóbal, no bairro Bellavista

Não dá para ir ao Chile e não conhecer uma das casas do poeta Pablo Neruda. É como deixar um pouquinho da história do país de lado.

Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, Neruda deixou como patrimônio a seu país três casas-museus, com lindos objetos e poesias que, juntos, narram um pouquinho de sua história.

La Chascona, uma das três casas, fica na capital Santiago, localizada aos pés do Cerro San Cristóbal, no bairro Bellavista.

Centro Histórico


Crédito: Dmitry_Chulov/iStockO Palácio de La Moneda, sede do governo chileno, em Santiago

O Centro Histórico de Santiago é repleto de praças e museus, contemplado por uma arquitetura que mescla tradição e modernidade. Na tradicional Plaza das Armas encontra-se a Catedral Metropolitana, o Museu Histórico Nacional e o Museu de Arte Pré-colombiano.

Cada ruazinha é uma descoberta: charmosas cafeterias, lojas e feirinhas de artesanato adornam o caminho até os museus e praças.

Um passeio imperdível é a Troca da Guarda no Palácio La Moneda.

Wine Tour


Crédito: Divulgação/Concha Y ToroInterior da vinícola Concha Y Toro, uma das mais tradicionais do Chile e que fica próximo à capital Santiago

É fato! O vinho chileno está entre os melhores e mais apreciados do mundo. Aproveite sua ida a Santiago e dê uma esticadinha até as vinícolas mais próximas da capital para contemplar belas paisagens, conhecer o processo de produção e degustar bons rótulos.

É possível visitar mais de uma vinícola por dia, pois há opções de pacotes em agências e operadoras com visitas pela manhã e à tarde.

Crédito: DivulgaçãoTour na viña Cousiño Macul incluiu degustação

Entre as vinícolas mais próximas a Santiago, possíveis de se realizar em um passeio bate e volta, destacam-se: Concha Y Toro, Cousino Macul e Santa Carolina.

Valle Nevado

Santiago é contemplada por ter nada menos do que a Cordilheira dos Andes como seu pano de fundo, já que, geograficamente, a cidade fica localizada aos pés da cadeia de montanhas.

Crédito: DivulgaçãoVista do complexo do resort chileno Valle Nevado, que fica próximo a Santiago

Durante o inverno, a cordilheira fica coberta de neve e as estações de esqui repletas de turistas e esportistas que desejam se aventurar nas pistas.

A cerca de 90 minutos da capital encontra-se o Valle Nevado Ski Resort. O maior centro de esqui da América do Sul é atração imperdível para quem deseja conhecer a Cordilheira, tanto no verão quanto no inverno.

Crédito: DivulgaçãoPiscina aquecida do complexo Valle Nevado

Tendo sua base situada a 3.000 metros de altitude, no verão o complexo oferece a suas visitantes atividades ligadas aos esportes de aventura, como trekking, mountain bike, cavalgada, além do passeio de teleférico e observação de condores, as aves típicas dos Andes.

No inverno, os turistas têm à disposição uma ótima estrutura de neve com capacidade para hospedar mais de 800 pessoas, 44 pistas de todos os níveis, 15 teleféricos, 6 restaurantes, 6 bares, 8 condomínios de apartamentos, spa, fitness center, piscina aquecida, escola de esqui para adultos e crianças.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Um buraco artificial na Africa e Furnas no Paraná

 

Grande Buraco Kimberley, África do Sul – um buraco artificial

 

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Kimberley é o lar da De Beers Consolidated Diamond Mines, uma das mais ricas minas de diamante do mundo. Como centro da febre do diamante no fim do século 19, suas fundações começaram a ser escavadas em 1871, quando um diamante foi encontrado em uma pequena colina chamada Colesberg Koppie.
A perfuração começou e em poucos meses mais de 30.000 homens estavam escavando freneticamente, procurando diamantes em uma área de 300m por 200m. O buraco da mina chegou a 1.100 metros, criando o que ficou conhecido apenas como “Big Hole” (“Buracão”).
28 milhões de toneladas de terra foram removidas, e 14,5 milhões de quilates de diamantes retirados, resultando no maior buraco artificial no mundo. Foi aí que foi encontrado o famoso Estrela da África, um diamante magnífico com 83,5 quilates.

Furnas, Paraná, Brasil

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Na cidade de Ponta Grossa está um dos monumentos naturais mais intrigantes do Brasil. Conhecida como Vila Velha, a estranha formação rochosa recebeu este nome por se parecer com uma cidade antiga, de pedra.
No mesmo parque de Vila Velha há a Lagoa Dourada (que ainda é bonita, mas não é mais dourada por causa do assoreamento), e as Furnas. Existem quatro buracos ou furnas, dos quais apenas um deles não é fundo o suficiente para alcançar a água. A furna número 1, a mais profunda, tem 54 metros de altura acima da linha da água, e mais 53 metros de profundidade, dando um total de 107 metros.
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