quarta-feira, 28 de março de 2018

Os 10 melhores lugares para ver a aurora boreal e a austral

  
 
Os 10 melhores lugares para ver a aurora boreal e a austral
A natureza nos oferece muitas atividades gratuitas e observar o céu acabou se tornando atração turística, já que as grandes cidades já não permitem que os moradores sequer vejam estrelas. Fenômenos como a aurora boreal e a aurora austral encantam qualquer um, nós mostramos os melhores pontos para vê-los.
Existe, porém, algumas ressalvas na hora de procurar por este passeio. Assim como todos os fenômenos naturais, a aurora não obedece as nossas vontades e, portanto, não há garantia alguma de que você irá vê-la. As condições climáticas influenciam diretamente em sua visualização, tornando necessários alguns itens como a escuridão, céu limpo, atividade solar e, enfim, o encontro de uma zona adequada.
Para saber a diferença entre ambas as auroras é fácil. A Aurora Boreal acontece ao Norte, enquanto a Austral é ao Sul da Terra. Ou seja, países nórdicos como Suécia, Islândia e Finlândia terão aurora boreal. Cortinas de luzes neon nas cores verdes, roxas, rosas e ocasionalmente vermelhas indicam que sim, você a achou.
Abaixo listamos os lugares onde fica mais fácil presenciar este presente dos céus. Os caminhos, nem sempre fáceis, certamente valem a pena:
1. Noruega
A cidade de Tromsø, conhecida como a “Paris do Norte”, é um local bem acessível para ver as luzes da aurora boreal. Entre as opções, a Astronomy Voyage promove passeios com aulas de astronomia de setembro a março, incluindo visitas ao Northern Lights Planetarium. Outra ideia é ir até a vila de Ersfjorden, a 40 minutos de Tromsø.

Aurora Boreal na Noruega
2. Islândia
A Islândia é certamente um dos melhores lugares para se presenciar o fenômeno, que se espalha por todo o seu território. Em Jokulsarlon, a 250 km da capital Reykjavik, a Glacier Lagoon é apontada como o ponto ideal para uma bela fotografia, já que o gelo acaba refletindo as luzes também.

Auroral Austral e Boreal na Islandia

3. Finlândia
Muitos locais da Finlândia têm visão perfeita para a aurora. A ponte Paatsjoki, na vila de Nellim, quase na fronteira com a Rússia, tem 90% de chances de observação. O tour Nellim Aurora Quest acontece entre dezembro e o final de março, guiando os interessados até o local. A região também tem hotéis com tetos de vidro para os hóspedes admirarem o céu. Outra opção é ir para Muonio e Kilpisjarvi.

Aurora Boreal na Finlandia
4. Canadá
Em Yellowknife e seus entornos é possível conferir o show de luzes de perto. A 25 minutos do centro está a Aurora Village, um camping que tem cadeiras aquecidas para que todos observem o céu confortavelmente, já que as temperaturas podem ficar abaixo de zero. Guias de várias línguas e atividades ao longo do dia também são oferecidas.

Aurora Boreal na Antardida
5. Nova Zelândia
Na região sul da Nova Zelândia é onde acontece a aurora austral, em especial na Ilha Stewart. O Parque Nacional Rakiura, que na língua Maori significa “céu brilhante”, é um dos melhores pontos fora da Antártida para se observar o fenômeno, embora tenha muita chuva. Em Queenstown também existem alguns pontos isolados para vê-lo.

Aurora Boreal na Nova Zelândia
6. Ushuaia
Este é, provavelmente, o único lugar na América do Sul onde as luzes aparecem. A terra do fogo Ushuaia, também chamada de “fim do mundo”, fica na Argentina e se denomina como a cidade mais austral do mundo. Durante o inverno, a escuridão permeia a cidade por cerca de 17 horas, o que traz chances de se observar a aurora austral.

Ushuaia
7. Alasca
No Estados Unidos, o Alasca é um dos melhores pontos para ver o fenômeno celeste. Em Fairbanks, cidade situada a 65 graus de latitude Norte, é onde aparecem com mais frequência e há diversos passeios disponíveis para explorá-las. Também é possível encontrar as luzes no povoado de Talkeetna, no Parque Nacional Denali e no Parque Nacional Kenai Fjords.

Alasca
8. Suécia
A vila de Abisko, cercada por montanhas e com céu livre das nuvens, parece o lugar perfeito para ver a aurora sueca. O tour Aurora Zone oferece uma noite num hotel de gelo de dezembro a março, enquanto a Aurora Sky Station promove um banquete antes da expedição em busca das luzes.

Northern Lights above tents at the reindeer lodge in Jukkasjärv
9. Antártida
Para ver auroral boreal e austral procure pelos pólos no globo terrestre. As luzes são mais visíveis, atraentes e impressionantes, especialmente nos meses de inverno. A viagem, porém, é cara e um tanto perigosa durante este período. Se for em outra época do ano, as chances de presenciar o fenômeno diminuem.

Antartida
10. Groelândia
A maior ilha homônima do mundo está no círculo ártico e portanto é mais um ponto de observação de aurora boreal. Na cidade de Kangerlussuaq, onde tem um aeroporto, se tem 300 dias e noites de céu limpo, o que aumenta bastante as chances de se presenciar o fenômeno. Entre outubro e abril acontecem excursões pela região.

Greenland
Mas é claro que você não vai até lá só para olhar e certamente quer trazer uma recordação para casa. Na hora de tirar fotos da aurora boreal ou do céu estrelado, fique atento às dicas de fotografia que daremos a seguir. Consultamos o fotógrafo Yuri Kiddo, que atualmente vive na Nova Zelândia e tem o privilégio de ver as estrelas todos os dias.
Ele conta que para conseguir boas fotos noturnas é preciso de um elemento chave: paciência. Ver tais fenômenos celestes a olho nu é diferente do olhar da câmera, que pode até facilitar a captura de detalhes difíceis de enxergar. Com uma boa câmera em mãos e no modo manual (não automático), o ideal é aumentar bastante o ISO e diminuir a velocidade do obturado, assim é possível extrair as melhores imagens deste espetáculo.
O ISO indica a sensibilidade da película à luz. Ou seja, em situações onde a iluminação é baixa, será preciso aumentar o valor do ISO para consequentemente aumentar a sensibilidade. Segundo Kiddo, um ISO de 8 a 10 mil consegue resultar em boas fotos quando aliado a uma velocidade entre 20 e 30 segundos. Um tripé também se faz necessário para se obter mais precisão, afinal, tanto esforço não poderia resultar numa foto tremida, não é mesmo?

morar e trabalhar na nova zelandia
Fonte: https://quantocustaviajar.com/blog/os-10-melhores-lugares-para-ver-a-aurora-boreal-e-a-austral/

segunda-feira, 19 de março de 2018

As melhores de dicas pra quem quer ir a Ibiza




A temporada em Ibiza começa no mês de maio, quando as temperaturas começam a subir, e ela vai terminar em Outubro, quando as temperaturas caem e as chuvas começam.

Porém cada mês da temporada possui seu próprio charme e características, então vou passar pra vocês o que rola mês a mês, e assim você escolhe o que mais te agrada pra visitar a ilha!


Praia Es Calo – Formentera


Ibiza em Maio: 

Maio é o mês que abre a temporada, acontecem as festas de inauguração (as primeiras festas do verão de cada discoteca), onde cada discoteca faz um festão especial para abrir o verão. Muitos fanáticos pela ilha sempre vêm para a semana de abertura, e depois voltam no meio da temporada de novo.

Geralmente a semana de abertura começa na última do mês, porém esse ano (2018) a Amnesia já anunciou que sua festa de abertura vai ser dia 12 de Maio! Ou seja, o verão vai começar mais cedo esse ano!

Em relação a temperaturas, já está super agradável e dá pra tomar banho de sol, porém o mar ainda continua gelado! É o mês mais barato pra se visitar a ilha, justamente porque o auge do verão e nem as principais festas começaram.

Ibiza em Junho:

Mês um pouco mais calmo, assim como Maio porém com um movimento maior já, uma vez que a temporada já foi aberta e as festas estão aos poucos surgindo! Continua uma ótima época pra quem ainda quer economizar!

Eu super recomendo para quem está um pouco apertado de grana, tentar ir ao fim de Junho e começo de Julho.

Ibiza em Julho:

Em Julho começa o auge do verão e da temporada, a partir da segunda semana, praticamente todas as festas começaram e a ilha começa a encher cada vez mais! Eu diria que a segunda, terceira e quarta semana do mês são as melhores do verão!

Todas as festas e todos os maiores DJ’s já estão residentes na ilha com suas festas. os preços começam a subir, os hotéis e praias já estão cheios e o calor está no auge!

Ibiza em Agosto:

É o mês preferido de muita gente, é o mês de férias de muitos europeus, principalmente os italianos! A ilha fica super lotada, tudo fica mais caro e se você não reservar tudo com antecedência, até hotel fica difícil de encontrar!

Algo que me incomoda muito também é o fato das festas que também ficam super lotadas chegando até a ser desconfortável! Já sai de algumas festas por estar praticamente impossível de se locomover! Mas pra quem não liga, o sol está no auge e o mar maravilhoso!

Cala Saona

Ibiza em Setembro: 

As duas primeiras semanas de Setembro são ótimas pra se visitar Ibiza! Muita gente não sabe, mas a ilha começa a esvaziar do aglomerado, os preços começam a cair mas praticamente todas as festas seguem acontecendo!

São nas duas primeiras semanas que elas começam a acabar (apenas algumas das principais festas, muitas continuam pelo mês todo!) Ibiza ainda entra num clima de fim de verão e todo mundo está numa vibe alegre e de dever cumprido.

No fim do mês, dependendo do verão, já começam as festas de encerramento, que assim como as festas de abertura em Maio, são as maiores e melhores da ilha. (Ainda melhores do que as de abertura).

Foto: Site Oficial

As vezes temos chuvas fortes, mas as temperaturas seguem boas, o mar fica mais frio mas ainda dá banho!

Ibiza em Outubro: 

Segue com as festas de encerramento, geralmente na primeira semana, a partir disso, são menores as opções de festa.

As vezes já ligamos aquecedores nos bares, pois as temperaturas caem bastante e entrar no mar fica mais para os corajosos mesmo! A ilha dá uma esvaziada gritante e já está todo mundo no clima de fechar as portas, os bares, as baladas pra esperar o verão seguinte!

Ibiza fora de temporada/ Ibiza no Inverno 

Agora vamos falar de Ibiza quando quase ninguém vai e nem sabe como é, fora de temporada!

A partir de Outubro as discotecas estão fechando, os restaurantes, hotéis e bares também começam a fechar suas portas, assim como praticamente toda a ilha, ou seja, visitar Ibiza fora de temporada serve mesmo pra quem descansar, curtir trilhas e paisagens, dar uma volta no centrinho de Ibiza e se quiser festa, a Pacha é a única das grandes discotecas que abre fora de temporada nas Sextas e Sábados, porém, os grandes DJs e as grandes festas, somente no verão!

Es Calo

E agora já tem uma noção de quando quer ir pra Ibiza?

Recomendo a ultima semana de Junho e as três primeiras de Julho são as melhores! É quando o verão começa a pegar fogo, os grandes DJs estão inaugurando suas festas e todo mundo tá chegando animado para curtir elas!

É uma energia muito boa! Então não importa quando você decida visitar a ilha, escolha a melhor época de acordo com seus interesses!

Se for festas, Julho e Agosto são os meses! Se for pra economizar um pouco, Junho e Setembro! E se for pra curtir praia e sol, de Junho a Setembro!

sexta-feira, 16 de março de 2018

Busca tranquilidade hospede-se num hotel na floresta na Alemanha



Se você quer  por um pouco de tranquilidade esse par de hotéis construídos entre árvores pode ser tudo o que você precisa. Aninhado em uma floresta em Hesse, Alemanha, encontram-se  um destino cercado por belas paisagens e estruturas elevadas de tirar o fôlego. No momento, Hotel Robin tem sete estruturas de alojamentos disponíveis, e todos são diferentes! Eles são feitos de madeira, possuem eletricidade e aquecimento deixando-os muito acolhedores.



Se você realmente deseja se desconectar do mundo exterior e ficar mais próximo da natureza, estes hotéis são perfeitos.



quinta-feira, 8 de março de 2018

Onde se hospedar em Berlim. Alemanha

Onde se hospedar em Berlim

Onde se hospedar em Berlim

One80°

Provavelmente esse é um dos hostels mais charmosos e criativos que você vai encontrar em toda a Europa. O One é uma rede que é sinônimo de qualidade e preços camaradas por todo o continente, e por aqui ele não poderia ser diferente.
Além de ser recheados de espaços superbacanas como bares e lounges movimentados, este hostel elegante e bem humorado está no coração Mitte, uma área cercada de museus e prédios históricos, além de ficar a 650 metros da Estação de Alexanderplatz – perfeito para quem nunca fica parado.

Onde se hospedar em Berlim

Meliá Berlin

Os quartos bem iluminados e ventilados do Meliá Berlin são tudo o que você precisa para relaxar nos seus dias de aventura pela capital histórica, contando com o clima agradável da região de Mitte.
Refinado e com serviços de ponta, esse quatro estrelas fica exatamente ao lado do Rio Spree, na rua de compras Friedrichstrasse, em Berlim, a 100 metros da Estação Friedrichstra e a um quilômetro de locais famosos como o Portão de Brandemburgo.

Onde se hospedar em Berlim

Eurostars Berlin

Se acima de tudo sua prioridade for o conforto, não deixe de conferir o Eurostars Berlin. Este hotel de luxo, que fica no centro de Mitte, oferece mil e uma comodidades para se sentir em um palácio só seu, incluindo spa, academia, piscina, estacionamento privativo e até aluguel de bicicletas para dar umas pedaladas pelo Centro Histórico.

Onde se hospedar em Berlim

Hotel Lützow

Então você é um daqueles viajantes que não abrem mão de uma mordomia mas é sempre atento ao bolso? Pois o Lützow é o seu lugar. O generoso três estrelas de Tiergarten tem um estilo contemporâneo e aconchegante, priorizando os preços mais camaradas da região.
O hotel está apenas a 15 minutos a pé da famosa igreja e memorial Kaiser Wilhelm e a 600 metros do Jardim Zoológico de Berlim, no grande Parque de Tiergarten.

Onde se hospedar em Berlim

Ibis Budget Berlin Kurfürstendamm

Referência em comodidades baratas por todo o mundo, a linha de hotéis Ibis Budget conquistou viajantes que querem desfrutar da qualidade de uma das maiores redes do mercado de hospedagem aproveitando um preço baixíssimo – e você não poderia ficar de fora, certo?
O prédio fica entre as ruas mais movimentadas de Tiergarten, recomendado para quem gosta de curtir a vida noturna nos bares populares ou quem prefere passar suas tardes conectado à natureza no Parque Botânico.

Onde se hospedar em Berlim

Park Inn by Radisson Berlin Alexanderplatz

Alexanderplatz é casa de quem adora fazer uma comprinha nas melhores lojas da cidade ou tem aquele espírito aventureiro pronto para conhecer a região usando os transportes locais. E para tudo isso, você vai precisar se hospedar em um lugar como o Radisson.
O Park Inn fica em frente à Estação Alexanderplatz, que oferece ônibus, bonde, metrô e ligações de S-Bahn (sistema de trens rápidos) para todas as partes de Berlim, além de a Ilha dos Museus e a praça Hackescher Markt ficarem logo a dez minutos de caminhada daqui.

Onde se hospedar em Berlim

Ibis Styles Berlin Alexanderplatz

Uma boa alternativa também para se hospedar por Alexanderplatz é optar pelo Ibis Styles, um ramo de hotéis da famosa marca que trabalha com acomodações que mantém o equilíbrio entre conforto e preço baixo, contando com uma decoração bem original e bem humorada e a qualidade impecável no atendimento.

Onde se hospedar em Berlim

Best Western Plus Amedia Kurfürstendamm

O Best Western Plus Amedia pertence a uma rede europeia de hotéis com uma excelente reputação, e para quem quer ouvir as histórias que as praças de Charlottenburg-Wilmersdorf têm a contar, não deixe de dar uma checada nesse hotel. O lugar é cheio de requinte, com serviços para atender a todos os tipos de viajantes e fica perto de tudo por aqui – nem parece um três estrelas.
A famosa Kurfürstendamm, repleta de cafés, restaurantes e boutiques fica a dois minutos daqui, enquanto a Igreja Gedächtniskirche está a 700 metros e estações de transporte como S-Bahn Savignyplatz e S-Bahn Zoologischer Garten estão a um quilômetro.

Onde se hospedar em Berlim

Comfort Hotel Auberge

Um clássico três estrelas com uma decoração relaxante e serviços impecáveis – esse é o Comfort Hotel. Nada mais, nada menos, é justamente o que precisa para desfrutar o bairro histórico de Charlottenburg-Wilmersdorf, com uma boa cama para dormir e um excelente café-da-manhã pra levantar.
O Comfort fica a poucos minutos a pé da Praça Wittenbergplatz, no bairro de Schöneberg, da loja de departamento popular KaDeWe e da rua comercial Kurfüstendamm.

Onde se hospedar em Berlim

Hotel Sachsenhof

Chegou a vez de quem curte uma noitada. Tranquila ao dia e badalada à noite, Nollendorfplatz é onde mais me diverti nas minhas noites em Berlim e recomendo sem pensar duas vezes para quem gosta de se divertir até o sol nascer.
O Hotel Sachsenhof é o estabelecimento mais decente e próximo de Nollendorfplatz, com um conforto e qualidade que cabem no seu bolso e a dois minutos à pé do Metro Nollendorfplatz, porta de entrada para os principais points da capital.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Conheça Berlim, Alemanha

Desde a reunificação alemã, em 1990, Berlim tornou-se uma potência como destino turístico. A cidade mistura, como poucas, história, arte, cultura, tecnologia e boemia. A capital alemã é uma cidade vibrante, com muitas surpresas e um povo extremamente atencioso e correto. Impossível desperdiçar a oportunidade de conhecer Berlim.




Moeda: EURO
Vacinas não são exigidas
Brasileiros não precisam de visto para entrar na Alemanha
Idioma: ALEMÃO
Fuso Horário: + 5 Horas horas

Atividades

O visitante pode conhecer os principais pontos turísticos da cidade a pé. Para isso, basta disposição.

Comece pelo Pariser Platz, coração da cidade e divisa entre os lados oriental e ocidental. Até a 2.ª Guerra Mundial era uma das áreas mais caras de Berlim. A região tem ainda o Portão de Brandemburgo, o Memorial de Guerra Soviético, o Parlamento (Reichstag) e a rua Unter den Linden.

No centro, do lado oriental, está Alexanderplatz, alvo dos bombardeios dos Aliados durante a 2.ª Guerra. Depois de 1945, tornou-se a maior via de tráfego de Berlim. O visitante pode conferir o Weltzeituhr, relógio que mostra a hora nas mais importantes cidades do mundo, o chafariz Brunnen der Völkerfreundschaft, que celebra a amizade entre os povos, e a Fernsehturm, uma torre de televisão com 365 metros de altura.

O ponto alto da viagem, porém, é o famoso Muro de Berlim, que, na verdade, hoje se resume a alguns poucos pedaços. A preservação fez a diferença, já que o local é o mais visitado da cidade pela importância histórica.



Gastronomia

O restaurante Gerichtslaube (Nikolaiviertel) serve pratos típicos de Berlim, como bulette (espécie de almôndegas mais achatadas e sem molho) e eisbein mit sauerkraut (joelho de porco com chucrute). A ótima localização, no coração de Berlim, faz do estabelecimento um dos favoritos dos visitantes.

Do outro lado da rua está Gasthaus Mutter Hoppe, com decoração rústica e música ao vivo a partir das 19h, às sextas e aos sábados. No cardápio, o que há de mais tradicional na cidade.

O Deponie Nr. 3 (Georgenstrabe) e o Alt Berliner Biersalon (Kurfürstendamm) são outras ótimas opções para quem deseja experimentar a culinária local.




Compras

Há muitos centros de compras em Berlim, mas vale destacar a KaDeWe, uma das maiores e mais conhecidas lojas de departamentos do mundo. O espaço dispõe de oito andares dedicados à moda, aos cosméticos, às joias e aos itens para casa. Grifes internacionais também fazem parte do complexo.

Próxima da megastore está a galeria Lafayette, que oferta produtos variados, de roupas a peças de decoração.

O Quartier 206 e o complexo Hackesche Höfe dedicam-se à arquitetura.

Como chegar

A Lufthansa opera voos diretos para a Alemanha, com parada em Frankfurt. Optando pela companhia, o visitante encara uma viagem de cerca de 14 horas. Vale lembrar que outras empresas possuem voos para o destino, sempre com uma parada em um destino europeu.

Melhor época

Viajantes que embarcam para a Alemanha pela primeira vez devem sair do Brasil entre abril e outubro. O período não registra temperaturas muito baixas, possibilitando caminhar ao ar livre e aproveitar melhor as atrações.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Novidades em Miami

A cidade está irreconhecível: Mid-Beach bomba com hotéis, Brickell foi recauchutada, Wynwood está cada vez mais cool e Downtown ganhou museus de primeira

Se Miami já pareceu uma espécie de caricatura de si mesma, tudo que tem acontecido nas últimas duas décadas veio para envergonhar os estereótipos. A cidade se renova (quase) na mesma rapidez em que brasileiros aterrissam por lá, com constantes inaugurações de hotéis badalados, alguns dos melhores restaurantes dos Estados Unidos e uma consolidada cena de museus e galerias.
A Miami clichê das pool partys, das esculturas do Romero Britto e do consumismo desenfreado existe, claro – e nada contra. Mas também cede espaço para uma cidade moderna, referência mundial em gastronomia e arte.

Em Mid-Beach, o Faena

Boa parte dessa recauchutagem pode ser vista logo nos hotéis. Sempre no centro das atenções em Miami, eles entram em uma frenética e salutar disputa para ver qual vai trazer o designer mais badalado, o chef mais bombado, a piscina mais fotogênica, o spa com a melhor grife, o rooftop com a vista mais arrasadora.
O boom recente trouxe uma porção de novos empreendimentos à região de Mid-Beach, o trecho do “meio” da praia de Miami Beach. Ali deu o que falar a abertura do Faena em 2016.
Lá embaixo, a faixa de areia dos seis quarteirões que compõem o Faena District, vista da varanda ostentação do quarto do Hotel Faena (Instagram @faena/Reprodução)
Do empresário argentino Alan Faena (o mesmo cara que reinventou a área de Puerto Madero, em Buenos Aires), o distrito (porque é tão grande que é chamado assim) compreende seis quarteirões com um hotel pequeno nomeado Casa Faena, condomínios residenciais, um shopping, um centro cultural e o tal hotel Faena em si.
Tudo nele é opulento: o trecho da praia com mar azul-clarinho, as banheiras vintage de mármore, as colunas douradas do lobby, a tapeçaria e os lustres estampados, as duas esculturas do artista britânico Damien Hirst (mais especificamente: um mamute e um unicórnio).
Os restaurantes, como se podia esperar, são de chefs celebridades. O Pao é comandado por Paul Qui, que venceu uma das edições do programa Top Chef e prepara pratos com inspiração asiática. Já o Los Fuegos é o primeiro restaurante do chef argentino Francis Mallmann nos Estados Unidos – aos domingos, rola o asado brunch, banquete com churrasco que promete durar no mínimo quatro horas.

Mais hotéis à beira-mar

Além do Faena, um movimento de hotéis bacana já estava rolando por ali. O Miami Edition, por exemplo, esbanja pista de boliche, balada, spa e o restaurante latino do chef Jean-Georges Vongerichten, dono de três estrelas no Michelin em sua casa de Nova York.
Prato-delícia do restaurante do hotel The Confidante (Instagram @theconfidante/Reprodução)
O The Confidante, da rede Hyatt, é todo inspirado no estilo art déco da região, com cabanas vintage na piscina e restaurantes. A galera jovem curte o agito do hostel Freehand, cujo bar The Broken Shaker capricha na coqueteleria, e o novo restaurante Twenty-Seven, nos petiscos.
As novidades têm chegado ainda mais ao norte, atingindo Surfside, onde, em março de 2017, a rede Four Seasons abriu sua segunda unidade da cidade. O hotel reviveu um clube dos anos 1930 em que já circularam Frank Sinatra e Elizabeth Taylor e tem três piscinas e um spa de 1.400 metros quadrados.

Brickell

É tentador se hospedar pertinho do mar, mas o novo point onde hotéis se acotovelam por um espaço é a região de Brickell, em Donwtown Miami. Se antes ela remetia a empresários sisudos e apressadinhos, hoje tem um inegável apelo turístico com a inauguração do Brickell City Centre, um projeto ambicioso e bilionário que ficou quatro anos em obras.
O Brickell City Centre é um shopping, mas não um shopping qualquer (Instagram @brickellcitycentre/Reprodução)
Ali tem shopping, claro, porque estamos em Miami, mas, em vez de corredores fechados com ar-condicionado, trata-se de um prédio de arquitetura arrojada, cheio de vãos abertos. As mais de 100 lojas incluem nossas queridas Victoria Secret’s e Apple, e também marcas bem pouco difundidas nos Estados Unidos, como a italiana Baldini.
Para comer, nada de Burguer King, mas sim locais como a lanchonete natureba Dr Smood e uma filial do melhor japa da cidade, o Pubbelly Sushi. Ainda em fevereiro de 2018, deve abrir o La Centrale, um mercadão italiano tipo o Eataly que vai misturar restaurantes com empório gourmet.
Shake da lanchonete natureba Dr Smood (/)
E no mesmo complexo está, tcharan, mais um hotel, o East. Fique a postos ali em frente, num sábado à noite, para dar com uma fila de moçoilas bronzeadas de salto alto e carinhas de mocassim prontos para serem encarados pelos seguranças e tentar um espaço no Sugar, o bar, no rooftop do 40º andar. Lá, a brisa do mar sopra de longe e uma espécie de jardim asiático abriga a galera ao som de música lounge.
Igualmente disputado é o restaurante Quinto La Huella, dos mesmos donos de um parador famoso de Punta del Este, com carnes e peixes feitos na parrilla.
Outra recente inauguração de Brickell é o hotel SLS, de dezembro de 2016. Você vai reconhecê-lo na rua graças ao exterior do prédio todo coberto com faixas coloridas, instalação do artista Markus Linnenbrink. O hotel-butique, com 124 quartos, um restaurante do chef José Andrés e um rooftop com piscina, teve décor projetado pelo designer francês Philippe Starck – no lobby, uma instalação multimídia faz com que um par de macacos digitais te acompanhe com o olhar e imite seus movimentos.

Downtown Miami

De fato, o que Miami tem recebido de mais interessante está no Centro, e tudo indica que, na sua próxima ida à cidade, você deve ficar mais tempo fora das areias de South Beach.
E o Museum Park talvez seja o símbolo desse renascimento de Downtown, uma enorme e plana área verde, às margens da Baía de Biscayne, que recebe eventos como o festival de música eletrônica Ultra. Ali está a gigante American Airlines Arena, que sedia shows de Justin Bieber a Paul McCartney e jogos do time de basquete local Miami Heat.
O Museum Park, área verde imensa que é o símbolo do renascimento de Downtown (Philip Pessar/Flickr)
Do lado oposto, o Pérez Art Museum, o melhor museu da cidade, disposto num prédio diferentão, com plantas pendentes, pensado pela empresa suíça Herzog & De Meuron. Ali estão mais de 2 mil obras de artistas latinos e americanos expostas de forma rotativa.
Aberto em 2012, o lugar caiu no gosto dos locais e turistas, vide as filas que se instalam ali no primeiro sábado de cada mês, quando a entrada é gratuita. Depois da visita, todo mundo se ajeita nos banquinhos e degraus do parque, virados para o mar.
Em maio de 2017, chegou coisa nova na área: foi aberto o Phillip and Patricia Frost Museum of Science, um gigante de 20 mil metros quadrados. Daqueles museus de ciência cheios de coisinhas para apertar, cheirar e assistir, ele tem instalações de respeito, como um planetário com tela de 8K e imagens em 3D, um aquário de três andares cheio de tubarões e uma exposição sobre o corpo humano em que você cria seu próprio personagem virtual.
O Phillip and Patricia Frost Museum of Science (Instagram @brickellcitycentre/Reprodução)

Grafites em Wynwood

A menos de 3 quilômetros ao norte dali já adentramos Wynwood, cujos grafites você já viu no Instagram de algum amigo. Mas todo o alarde em volta do bairro se justifica: seus quarteirões, que poderiam estar em algum bairro hipster de Berlim ou Londres, estão sendo rapidamente tomados por tudo o que tem de mais cool.
Wynwood viveu a história clássica de gentrificação das cidades grandes: era uma região operária com muitos imigrantes que sofria com o tráfico de drogas nos anos 1980 até que grupos de artistas começaram a ocupá-la em busca de aluguéis mais baratos.
Já nos anos 2000, o empresário americano Tony Goldman começou a comprar imóveis na área e idealizou as Wynwood Walls, um circuito de murais pintados por vários artistas convidados (os brasileiros Osgêmeos estão lá), hoje possivelmente o lugar mais fotografado da cidade.
Uma palhinha da atmosfera modernosa de Wynwood (Instagram @wynwoodmiami/Reprodução)
A partir daí, os galpões decrépitos passaram a ser ocupados e agora tem coisa pra caramba ali. Quer tomar uma cerveja em arquibancadas ao ar livre? Vá ao Wood Tavern. Comer guacamole e quesadillas e depois dançar numa pista oculta com mais de 30 tipos de tequila? Chegue a Coyo Taco de noite. Tomar sorvete artesanal feito com bebidas alcoólicas? No Serendipity tem. Provar alta gastronomia em ambiente despojado? O lugar é o restaurante Alter.
A rua principal de Wynwood é a NW 2nd Avenue, o melhor lugar para bater perna, com alguns desvios nas transversais. Se conseguir se programar, esteja lá no segundo sábado do mês, quando acontece a Wynwood Art Walk, uma feira com designers locais e food trucks que vai até altas horas da madrugada. Um epítome de Wynwood hoje.
Sorvete artesanal feito com bebidas alcóolicas do Serendipity (Instagram @serendipitycreamery/Reprodução)

Design District

O braço mais sofisticado de Wynwood é o Design District, um pouco mais ao norte. A princípio, ali se instalaram galerias de arte – não perca a De La Cruz Colecction, de arte contemporânea, e a Elastika, uma instalação da arquiteta iraniana Zaha Hadid, que ocupou um prédio de 1921 com umas formas brancas que parecem chiclete.
Depois, chegaram as lojas de móveis e decoração, como a Oggetti, com objetos de design. E aí uma coleção de grifes de moda que tornou o lugar uma espécie de Quinta Avenida de Miami, com Burberry, Cartier, Dior, Louis Vuitton, todas com lojas-conceito com arquitetura bacaninha.
As galerias de arte do Design District (John Zacherle/Flickr)
Vale passar lá nem que seja só para olhar as vitrines, tirar fotos com os murais (como o Jungle, que mostra uma floresta com pássaros) e comer em alguns dos restaurantes, como no Mandolin Aegean, um bistrô que parece saído do Pinterest com comida da Grécia e da Turquia, e na filial da lojas de macarons parisienses Ladurée.
Porque Miami, hoje, is all about sair da mesmice.
  Quando ir: A temperatura é relativamente amena o ano todo; evite junho e julho, quando chove mais
Dinheiro: O dólar
Língua: O inglês
Comunicação: A empresa EasySim4u vende chips pré-pagos da T-Mobile com atendimento em português e entrega no Brasil. O plano de dados que dura dez dias com 4G ilimitado custa US$ 50
Fuso: – 1h (no verão dos EUA)
Documentos: Brasileiros precisam de visto
Como circular: Não precisa mais alugar carro: os aplicativos Uber e Lyft quebram o galho nos deslocamentos
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